Parintins – O presidente do Boi Caprichoso, Rossy Amoedo, rebateu neste domingo (29) informações falsas que circularam nas redes sociais sobre supostos atrasos em pagamentos e ameaças de boicote por parte de colaboradores do boi azul.
Em pronunciamento nas redes oficiais da agremiação, Rossy classificou as alegações como tentativas de desestabilizar a equipe às vésperas do encerramento do Festival Folclórico de Parintins.
“Tentam desestabilizar o Caprichoso, mas seguimos firmes. Nosso compromisso é com o povo azul e branco. Hoje, o Caprichoso entra na arena para buscar o tetracampeonato”, declarou o presidente.
Adiantamento e logística
Sobre a remuneração das equipes, Rossy esclareceu que parte dos artistas ligados ao Galpão recebeu 50% de adiantamento, conforme o cronograma previamente estabelecido. Ele pontuou que os pagamentos estão sendo realizados de forma gradual e responsável, com foco em manter o equilíbrio financeiro da associação.
“Não foram todos os artistas contemplados no primeiro momento, mas estamos honrando nossos compromissos”, reforçou.
Ingressos limitados
Quanto à distribuição de ingressos para colaboradores, Rossy explicou que a limitação se dá por motivos estruturais. Segundo ele, o espaço reservado para a equipe dentro do Bumbódromo comporta apenas 20 pessoas, enquanto a demanda ultrapassa 300.
Além disso, enfatizou que a venda de ingressos é essencial para o financiamento do espetáculo, incluindo folha de pagamento, aquisição de materiais e demais custos operacionais.
“Infelizmente não conseguimos atender a todos. Os recursos da bilheteria são vitais para viabilizar o espetáculo na arena”, completou.
A direção do Caprichoso reforça que está comprometida com a transparência e a valorização dos profissionais envolvidos no festival, e que as apresentações seguem conforme o planejado.